Do nada, nasceu um laboratório de pesquisas, que provou, em artigo publicado em evento científico, que talvez estivesse errado, mas que, em certos aspectos desse mesmo talvez, estaria certo de que o início não havia sido a si mesmo finitamente, mas um provável pequeno pum cósmico infinito, matematicamente calculado e aleatório, como aqueles a que se deixam soltar quando se está só, caminhando em algum lugar aberto, além de considerar que, em sendo esse mesmo espaço aberto, o universo vazio, os primeiros elementos cosmogônicos não seriam líquidos, mas, sim, gasosos, portanto a água, como afirmava o filósofo de Mileto, não seria o tudo, mas o nada por onde se cresce, o que geraria um tremendo paradoxo, pois a água teria de existir não existindo antes de tudo, mesmo não sendo, a priori, nada, comparando, para um melhor entendimento desse processo todo de criação do universo, com o que chamaram "efeito do pum na piscina", que explicaria o porquê do movimento do universo, apesar de não esclarecer o que acontecerá quando se chegar à superfície d'água.
Dessa forma, chegou-se a conclusão de que o Chuchu é o melhor representante do princípio do universo, pois, além de ser o quarto estado da água, provoca reações diversas no estômago e intestino, gerando pequenas maquetes do universo inflável e inflamável, que costumam sair voando por aí, depois de pequeno ato de divina criação.
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chuchu nojento
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