12.1.10

Mito de Criação - possibilidade II

Do nada, nasceu um laboratório de pesquisas, que provou, em artigo publicado em evento científico, que talvez estivesse errado, mas que, em certos aspectos desse mesmo talvez, estaria certo de que o início não havia sido a si mesmo finitamente, mas um provável pequeno pum cósmico infinito, matematicamente calculado e aleatório, como aqueles a que se deixam soltar quando se está só, caminhando em algum lugar aberto, além de considerar que, em sendo esse mesmo espaço aberto, o universo vazio, os primeiros elementos cosmogônicos não seriam líquidos, mas, sim, gasosos, portanto a água, como afirmava o filósofo de Mileto, não seria o tudo, mas o nada por onde se cresce, o que geraria um tremendo paradoxo, pois a água teria de existir não existindo antes de tudo, mesmo não sendo, a priori, nada, comparando, para um melhor entendimento desse processo todo de criação do universo, com o que chamaram "efeito do pum na piscina", que explicaria o porquê do movimento do universo, apesar de não esclarecer o que acontecerá quando se chegar à superfície d'água.

Dessa forma, chegou-se a conclusão de que o Chuchu é o melhor representante do princípio do universo, pois, além de ser o quarto estado da água, provoca reações diversas no estômago e intestino, gerando pequenas maquetes do universo inflável e inflamável, que costumam sair voando por aí, depois de pequeno ato de divina criação.

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